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Capa da primeira edição do Super-Homem

Clark Kent pode salvar vidas (e mundos) nos quadrinhos, televisão e cinema. Mas o Super-Homem agora conseguiu salvar uma gente na vida real.

Uma família norte-americana que estava prestes a ser despejada conseguiu reverter sua sorte ao encontrar no porão uma raríssima edição de quadrinhos que pode valer até US$ 250 mil, o equivalente a R$ 440 mil.

Trata-se da primeira edição da revista “Action Comics”, que marca a estreia do Super-Homem, em junho de 1938. O casal encontrou a revista enquanto procurava caixas para fazer sua mudança. Devido à crise financeira nos Estados Unidos, eles enfrentavam dificuldades para pagar as prestações da casa e estavam ameaçados de despejo. Enquanto separavam os itens no porão da casa, eles encontraram uma pilha de “revistas velhas” e “quadrinhos antigos”.

O casal decidiu entrar em contato com uma loja especializada de quadrinhos em Nova York. Quando ouviram a resposta do dono, os dois caíram no choro. “Eles estavam desesperados, iam perder tudo”, contou Vincent Zurzolo, um dos proprietários da loja ComicConnect, ao programa “ABC News”.

A maioria dos quadrinhos encontrados no porão tinha preços entre US$ 5 e US$ 10. Mas a tal edição rara, devido a seu estado, pode atingir até US$ 250 mil.

Fonte: Época Negócios

Criatura foi encontrada no Canadá

Moradores de uma cidade no Canadá estão intrigados após o corpo de uma criatura estranha ter sido encontrado em um lago. O animal com o corpo pelado e sem pelos na cabeça foi achado por duas enfermeiras em Kitchenuhmaykoosib durante uma caminhada.

Segundo o jornal britânico “Morning Starr”, as duas mulheres fotografaram a criatura, que, para alguns, seria uma versão do “famoso monstro” de Montauk (animal estranho que foi encontrado em uma praia em Montauk, no estado de Nova York, em 2008).

As mulheres foram embora e deixaram o corpo no local. No entanto, quando outros moradores decidiram voltar ao lago para ver o animal, o corpo já havia desaparecido.

Fonte: The Morningstarr

Saiam da frente...

A sul-coreana Cha Sa-soon, de 69 anos, conseguiu tirar sua carteira de motorista depois de 960 tentativas.

A mulher da cidade de Wanju, na Coreia do Sul, precisou de 950 tentativas para passar no exame escrito e outras dez para ser aprovada no teste prático. Cha Sa-soon tinha tentado passar no exame escrito quase que diariamente entre abril de 2005 e novembro de 2009. Ela gastou cerca de US$ 4.200 em taxas durante a série de tentativas fracassadas. No teste prático, Cha Sa-soon foi aprovada na décima oportunidade.

Ela pretende comprar um carro para visitar seus filhos.

Fonte: G1

Queixo gigante pode servir como outdoor

Chang Du está oferecendo espaço no seu queixo para que alguma empresa possa anunciar a sua marca.

O queixo do chinês, de 47 anos, começou a crescer por causa de uma espinha que acabou provocando inflamação no local.

O sujeito agora quer arrecadar o equivalente a 14 mil reais para ser submetido a uma cirurgia que lhe devolva o aspecto facial antigo.

“A maior parte do tempo eu fico dentro de casa para não assustar as pessoas”, desabafou Chang, que mora na cidade de Lishuguo, no Centro da China.

Fonte: Page Not Found

Casal vive junto até hoje

Casal vive junto até hoje

Um dia, a professora universitária Joanne St Clair, de Lancashire (Inglaterra), resolveu fazer uma viagem de supetão, para fugir do estresse. Chegando a Los Angeles (EUA), ela conheceu um mendigo. Nove dias depois, Joanne estava casada com Daniel Orlick.

Passados sete anos, Joanne e Daniel continuam juntos – e com um filho (o segundo está a caminho).

Os dois se conheceram na entrada de uma pousada em Venice Beach, onde Daniel havia trabalhado. O primeiro contato foi uma discussão sobre o desenho animado “Os Simpsons”. Depois, o sem-teto cortejou a inglesa com algumas canções que ele mesmo compusera.

Daí para o casamento foi um pulo. Os dois se casaram em um tribunal de Los Angeles e tatuaram alianças no dedo anelar. A noite de núpcias foi passada na mesma pousada.

O casal vive na Inglaterra. Joanne atualmente é empresária do marido. Ela e Daniel administram uma gravadora independente.

“Por causa da forma como nos conhecemos, não há a expressão ‘não pode’ na nossa casa”, disse a inglesa.

Fonte: O Globo

Rico a rí toa... dentista é prioridade!

Rico a rí toa... dentista é prioridade!

O balconista Christopher Shaw, de 29 anos, ganhou sozinho o principal prêmio da loteria do estado americano do Missouri. Ele recebeu uma bolada de US$ 258,5 milhões, ou mais de R$ 455,4 milhões.

O sorteio ocorreu na quarta-feira, e ele recebeu o prêmio um dia depois.

Shaw comprou o bilhete premiado no dia do sorteio, na loja de conveniências em que trabalha, na cidade de Marshall.

Ele pode optar entre receber o prêmio de uma só vez, ou em 30 prestações anuais.

A Break Time, loja em que ele trabalha, vai receber um prêmio de US$ 50 mil por ter vendido o bilhete.

Fonte: G1

 

Inseto chega a 36 cm

Inseto chega a 36 cm

Uma rã sem pulmão e o inseto mais comprido do mundo fazem parte das 123 novas espécies descobertas durante os últimos três anos nas florestas tropicais da ilha de Bornéu, no sudeste da Ásia, anunciou nesta quinta-feira o Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

A descoberta foi feita em uma zona de 220.000 km2 de floreta frondosa, conhecida como o “Coração de Bornéu” e protegida desde 2007 pela Malásia, Indonésia e o sultanato de Brunei, os três países que compartilham a ilha de Bornéu, esclarece o WWF em um relatório.

O “Coração de Bornéu” abriga 10 espécies de primatas, mais de 350 pássaros, 150 répteis e anfíbios, assim como 10.000 plantas que não são encontradas em nenhuma outra parte do mundo.

Neste local os pesquisadores descobriram o “Phobaeticus chani”, considerado o inseto mais comprido do mundo, com quase 36 cm (sem as antenas). Só foram achados três espécimes dessa espécie.

“Descobrimos três novas espécies por mês em média, 123 ao longo dos últimos três anos e pelo menos 600 há quinze anos”, comemorou Adam Tomasek, chefe do programa “Coração de Bornéu” do WWF, falando à AFP.

“As novas descobertas demonstram a riqueza da biodiversidade em Bornéu e permitem esperar novos achados, alguns dos quais poderão contribuir para curar enfermidades como o câncer ou a Aids”.

Fonte: UOL Ciência e Saúde – Leia Mais